
Por GraçaSilva
A alegria de tê-lo
É somente por ti.
Te mostrar
nas cores
no balanço
no trejeito
meu gracejo
minha alma
minha calma
meu calor
e furor
uma luz
que me conduz
me aproxima
e me anima
me contamina
do teu olhar
do teu cantar
prá me querer
e me tocar
rodopiar
nas passarelas
de um salão
de uma rua
ou em um shopping.
É a minha praia
que vou fazer!
Desejo vestidos
só por você.

Por GraçaSilva
Madeira, lenha
fogaréu, calor.
Cantigas, adivinhas,
promessas de encontrar um amor.
Sonhos, paixão,
ilusão, desilusão, solidão.
Eu e você, tão longe...
tão perto do meu coração.
Churrasco, batata, milho assado,
muita alegria.
Um novo amanhã depois das cinzas,
quanta nostalgia.

Por GraçaSilva
A felicidade que sinto
não sei como explicar
pois, vem de um sentimento
que insiste em se agigantar.
Sentimento com dimensão
altura, largura e cor,
que dá voltas à lua
no azul de um papel
sem aviador.
De mãos dadas
em shopping, na rua,
seu toque suave
me deixa na tua.
Caminho segura,
leve e radiante
quando sento em teu colo
é muito mais contagiante.
Brindo com vinhos,
chopps e champanhe
com chuva e ventania
ou sol escaldante.
De todas as iguarias
que provamos dia após dia
guardo o desejo
de repetir
todos os teus beijos.
Os mimos que me deste
tem o teu carinho,
muito do teu amor,
forte toque de fragância
e um Vaio de elegância.
Frouxos sorrisos
de piadas
somos crianças
abobalhadas
Tem a felicidde
o sopro do Nosso Deus
a sua cantiga
são bencãos dos céus
A felicidade aponta,
Mira para mim!
E é tão bom
viver assim.
Por GraçaSilva
É movimento, ação
apresentação
descontração
divulgação
revelação
ganha pão.
Em seu trivial
de qualquer estação
sofre a depredação
de quem não admira
nem tem compreensão
do valor
da importância
de uma praça
que é uma graça
vive para as massas
vive no compasso
de quem passa.
Tende piedade da praça,
Bahia!
Preserva a tua história
guarda a tua memória
recobre os teus cantos
de flores
águas cristalinas
luzes
para os teus amores
artistas
pensadores.
Por GraçaSilva
Espalhada quieta
por esse mundão,
depois de socada
virou tijolão.
Modelada por trás,
modelada na frente
formou figuras,
quase gente!
Com muito reboliço
surgiu um pote roliço,
uma jarra com bacia,
panelas vazias.
Na brincadeira,
máscaras faceiras.
Da liga do barro
é só arte, bizarro.